Mensagens

Emprego em Portugal e a polémica do anteprojeto da reforma laboral “Trabalho XXI”

Imagem
Panorama atual do mercado de trabalho, o que propõe a reforma e por que está a gerar controvérsia. Situação do emprego em Portugal Portugal mantém uma taxa de desemprego estável, em torno dos 6,4%, mas enfrenta desafios como salários baixos, desemprego jovem elevado e vínculos laborais frágeis em setores como comércio e restauração. O trabalho independente cresce, mas ainda carece de proteção legal adequada. Desemprego jovem: acima dos 18%, com dificuldades de entrada no mercado. Salários médios: abaixo da média europeia, especialmente em setores de baixa qualificação. Trabalho independente: aumento de freelancers e trabalhadores de plataformas digitais. O que propõe o anteprojeto “Trabalho XXI” O Governo apresentou um conjunto de medidas para flexibilizar contratações e clarificar direitos laborais, com o objetivo de dinamizar o mercado de trabalho. Contratos a termo ...

Crédito e Finanças em Portugal — 19 de novembro de 2025

Imagem
Resumo do dia com os principais movimentos em crédito ao consumo, crédito pessoal e habitação, mais perspetivas para 2025. 📈 Crédito ao consumo em alta Os novos créditos ao consumo mantêm tendência de crescimento, com destaque para o segmento automóvel. O dinamismo do mercado sugere maior confiança dos consumidores e oferta ativa por parte das instituições financeiras. Automóvel em destaque: aumento expressivo na concessão de crédito para compra de viaturas. Pessoais estáveis: ligeira oscilação mensal, mas com peso relevante no total concedido. 💳 Crédito pessoal: procura firme O crédito pessoal continua a ser escolhido para projetos domésticos, consolidação de dívidas e despesas pontuais. A maior concorrência entre bancos e financeiras sustenta condições mais competitivas. Concorrência: mais ofertas e campanhas promocionais ao longo do mês. Uso prudente: atenção à T...

Finanças, crédito, habitação e emprego em Portugal

Imagem
Em novembro de 2025, os portugueses enfrentam um cenário económico marcado por maior poupança, crédito à habitação mais acessível mas exigente, e um mercado de trabalho em transformação. Este artigo reúne os principais dados e tendências para quem quer compreender — e decidir — com mais clareza. 💰 Finanças pessoais O rendimento médio bruto mensal por trabalhador atingiu cerca de 1.741€ , segundo o INE. O salário mínimo nacional está fixado em 870€ , mas o poder de compra continua limitado nas grandes cidades. 65% dos portugueses poupam regularmente , embora a inflação acumulada dos últimos anos ainda pressione os orçamentos. As apps de gestão financeira e soluções digitais de poupança continuam a crescer, ajudando famílias a controlar despesas. 🏠 Crédito à habitação O preço médio por metro quadrado varia entre 715€ nas regiões interiores e 3.403€ na Área Metropolitana de Lisboa (INE, 2.º trimestre 2...

Bruxelas prevê défice de 0,3% do PIB em 2026

Imagem
A Comissão Europeia divulgou as previsões económicas de outono e afasta a possibilidade de excedente nas contas públicas portuguesas nos próximos anos. Segundo o relatório: ✅ Saldo nulo em 2025 ❌ Défice de 0,3% do PIB em 2026 ❌ Défice de 0,5% do PIB em 2027 Estas estimativas contrastam com as previsões do Governo português, que apontavam para um défice de 0,6% em 2026. A diferença revela uma abordagem mais cautelosa por parte de Bruxelas, refletindo riscos externos e internos que podem afetar a trajetória orçamental. 🧮 O que é o défice orçamental? O défice orçamental acontece quando o Estado gasta mais do que arrecada. Em termos simples, é como uma família que tem despesas superiores ao rendimento mensal. Um défice de 0,3% significa que o país gastará ligeiramente mais do que arrecada, em proporção ao Produto Interno Bruto. 📌 Impactos práticos para os portugueses Menor margem para baixar impostos Contenção na despesa pública Pressão sobre a dívida ...

Como proteger o corpo e a carteira no frio e no calor

Mais de um milhão de portugueses enfrentam frio dentro de casa no inverno. No verão, são mais de dois milhões que vivem em habitações sem conforto térmico. A pobreza energética é uma realidade que afeta milhares de famílias e exige soluções práticas e acessíveis. Segundo a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), até 2030 cerca de 10% dos agregados familiares continuarão sem capacidade para manter a casa aquecida no inverno, e 20% viverão em casas desconfortáveis no verão. A previsão é que esses números diminuam até 2040 e 2050, mas o problema persiste. Especialistas alertam que o desconforto térmico afeta sobretudo idosos, pessoas com doenças crónicas e crianças. Ter uma casa mal preparada para variações de temperatura é um risco real para a saúde. Dicas para o inverno: Aproveita a luz solar durante o dia: abre cortinas e estores. Veda janelas e portas para evitar correntes de ar. Usa mantas e roupas térmicas em vez de aquecedores elétricos inten...

A Comissão Europeia e o risco para contas e pensões

Imagem
Recentemente, surgiram preocupações sobre propostas da Comissão Europeia que podem colocar em risco a segurança das nossas contas bancárias e o dinheiro das pensões. O tema tem gerado debate intenso entre especialistas e cidadãos. Segundo análise publicada pela SIC Notícias, a proposta da Comissão Europeia levanta dúvidas sobre a forma como os fundos de pensões e depósitos bancários poderão ser geridos. Há receios de que medidas de centralização ou harmonização possam reduzir a autonomia dos Estados-membros e aumentar a exposição dos cidadãos a riscos financeiros. Os críticos argumentam que estas mudanças podem fragilizar a confiança no sistema bancário e comprometer a estabilidade das pensões, que são um pilar essencial da segurança social. Por outro lado, defensores da proposta acreditam que a integração pode trazer maior transparência e eficiência. Independentemente da posição, o debate mostra a importância de acompanhar de perto as decisões europeias. As contas ...

Governo quer acabar com regra que impede acumulação de reforma com salário

O Governo português prepara-se para eliminar a regra que impede quem se reforma antecipadamente de voltar a trabalhar na mesma empresa durante três anos. A medida abre a porta à acumulação de pensão com salário, uma reivindicação antiga da Confederação Empresarial de Portugal (CIP). Segundo o jornal Público, a proposta foi incluída no documento enviado pelo Ministério do Trabalho à UGT, numa tentativa de reduzir a contestação sindical e evitar a greve geral marcada para 11 de dezembro. Na prática, os trabalhadores poderão regressar à mesma empresa sem limite temporal, acumulando a reforma com o salário. A medida é vista como uma forma de valorizar a experiência dos trabalhadores mais seniores e dar resposta às necessidades das empresas, que muitas vezes perdem quadros qualificados com a saída para a reforma antecipada. Apesar de ser bem recebida pela CIP, a proposta enfrenta críticas de sindicatos como a CGTP, que alertam para o risco...